segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Vamos Trabalhar Nosso EU?

Foto: Aline Vanessa
   


   Esse post é para alguns amigos que sempre se queixam de seus (suas) companhias, e para você que está lendo (Claro).

   “Tentar ficar amigos sem rancor”. Já dizia o Amor da minha vida: Cazuza. Depois que os relacionamentos acabam esse tentar é constante. Sabe por quê? Porque intimidade é foda! De três uma: Ela te quebra as pernas, ou ela multiplica o ódio, ou ele camufla um sofrimento. Parece até passo 1 , passo 2, passo 3, praticamente uma receita para o ser humano, naturalmente ciumento.

   Creio que por isso as pessoas não praticam a arte do DESAPEGO. Já aconteceu comigo e vejo acontecer a cada dia com meus conhecidos. As pessoas criam laços que as vezes viram costume, daí vem a carência, a dependência e por fim... tudo culpa da intimidade. O difícil mesmo é colocar na mente que nada do “já foi” volta a ser igual um dia (Lembrei do Lulu Santos cantando Como uma Onda). 

   Aprendi a ser um tantinho assim \___o___/ de egoísta. Parece-me que é tão difícil as criaturas viverem para si. Amigos tenham satisfação em estar feliz pelas suas conquistas, SUA VIDA! Faça uso do pronome “meu, minha”. Não é legal emprestar atitudes, doe-as! Vamos trabalhar "nosso Eu" sozinho para estarmos acompanhados de conforto e serenidade, pois as pessoas que têm essas características  atraem outras pessoas boas por acaso, “na fila do pão” (Hermanos).

   Sempre é “tudo novo denovo”(Paulinho Moska).



OBS:  Frases soltas, já distas por outras pessoas também devem ter conteúdo acompanhado se não fica chaaaaato. (<------A arte da indireta)


Aline Vanessa

Sobre os Diálogos

   “Diálogos da Vida Real” é o nome que eu uso para situações que acontecem no cotidiano, comigo ou com pessoas próximas a mim. Claro, desde que eu escute no momento da ocorrência.

   Minha cabeça  tenta aprender, processar algo do que se escuta dizer por aí sobre lições de vida. Mas como o ser humano adora primeiro falhar para depois aprender (nessas horas deveríamos ter instinto), o jeito é não cair no mesmo erro outra vez, porque como minha mãe diz: é burrice!


   Por isso quando me deparo com situações já vividas procuro refletir, ironizar ou até viajar longe nos “porquês”.

   Este vai ser um dos temas de postagem do Coluna.


Aline Vanessa

domingo, 28 de agosto de 2011

Futilidade x Conteúdo

Foto: Banco de dados do Google.


   Eu tenho um perfil no Twitter, já faz um ano e meio, mas comecei a atualizá-lo regularmente a uns dois meses, já o facebook eu uso a uns 2 anos dá pra manter amizades e contatos com mais de 140 carácteres, afins... Mas fico besta com o “tt” é incrível como pessoas que eu achava que teriam algo importante para compartilhar caem totalmente no meu conceito a cada dia. Tweets do tipo: “Vou ali, Almoçar, minha conexão caiu, escovei os dentes, estou porre”. Isso deveria ser listado como o cúmulo da solidão.  Fora as futilidades onde eles pensam que estão abafando tirando piadas com a desgraça alheia. Resultado: Unfollow. Não vejo amor próprio em muitas tuitadas, o que aconteceu com as coisas boas da vida, comentário sobre um vídeo, um filme, um livro, um pensamento, etc.

   Lembra quando você era criança, e sua mãe fazia aquela pipoca no fim da tarde? Jogava o milho na panela e depois de vários estouros a panela se abria com uma nuvem branca e muito cheiro de manteiga derretida, depois só um guaraná de garrafa... aiii. Coisas simples da vida que depois de um tempo, não perdem o valor, mas são esquecidas. Hoje me recordei o quanto pequenas coisas nos causam tanto conforto: Escrever, fotografar, uma cerveja (tuirinha de preto), uma boa conversa... Nossa! Sem preço.

   Depois desse flash admito que ser criança eram muito bom, eu só me preocupava com o dinheiro do lanche e o horário de Dragon Ball. Hoje tenho muitas felicidades e muitas preocupações também. Por isso quando saio pra me divertir eu curto até a última gota de satisfação. Sinto que voltei a viver depois de um pesadelo (...). O importante é viver com intensidade, respeito e amor próprio.



Aline Vanessa